Diário de Bordo 32 - Novamente Deus nos guiando - janeiro de 2016



É maravilhoso saber e crer que o nosso Grande Deus, está conosco e no controle de todas as coisas, pela segunda vez estava viajando para Israel sem intermediação de agências, dessa vez com o Vítor, meu filho precioso e Deus seria o nosso guia na Terra Santa, sabendo disso estávamos em paz.
Escolhemos o Zion Hotel e foi a escolha acertada e direcionada por Deus, com todas as qualidades que buscávamos, hotel simples, porém bastante confortável e com uma ótima localização.
Estávamos felizes e tranquilos, crendo na promessa de Romanos 8:28:
"E sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito".
Deus abrira as portas para que ascendêssemos a Sião, para buscar a chuva prometida em Zacarias 14:17
"E acontecerá que, se alguma das famílias da terra não subir à Jerusalém, para adorar o Rei, o Senhor dos Exércitos, não virá sobre ele a chuva".
E literalmente tivemos muita chuva (rsrsrs).
O Vitor estava muito feliz, pois além de Israel e Bruxelas, ele estava com as passagens compras para ir a Barcelona com o primo Jonas a fim de assistirem uma partida do "timaço Barça", acho que, sonho de todo homem que ama futebol. No dia 17 de janeiro, saímos de São Paulo com destino a Bruxelas, onde passamos dois lindos dias na casa de minha sobrinha Leti. E no dia 21 embarcamos para Tel Aviv.
A Leti nos levou até a parada do ônibus que vai até o Aeroporto de Bruxelas-Nacional, também conhecido como Aeroporto de Zaventem, onde preferimos chegar com antecedência, devido aos problemas que estavam acontecendo no país, relacionados ao ataque terrorista em Paris.
Assim que iniciou o Check-in fomos pra fila, e passamos por um processo interrogatório, respondemos a várias perguntas como, o que íamos fazer em Israel, quem havia feito nossas malas, se estávamos levando alguma encomenda e etc.
Vitor respondeu tudo em Inglês, não tivemos nenhum problema, pelo contrário, ficamos bastante tranquilos, as nossas respostas eram sinceras e não tínhamos com o que nos preocupar. Após sermos liberados foi colado um adesivo em nosso passaporte o que já nos liberava de outras entrevistas no aeroporto de Israel, tudo super tranquilo. 
Na fila de embarque a maioria dos passageiros eram judeus, facilmente reconhecidos por suas vestes. Um dos policiais me perguntou se levava dinheiro, eu disse que sim e pediu para ver, abri a bolsinha atada a minha cintura e tirei todos os meus euros e dólares, acho que ele até se assustou com a grande quantidade de dinheiro que eu levava, muitas notas de 5 e 10 euros e dólares (rsrsrs). Nosso vôo para a Terra Santa decolou pontualmente às 18:40hs.
























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