Diário de Bordo 26 - Dia 29/01/2014 - Quarta-feira - Mercado Árabe e Mar Morto
Mercado Árabe
Reservamos a nossa manhã para as compras, caminhamos pelas lojas da Jaffa street, aproveitamos para tomar um delicioso suco de romã e depois fomos ao mercado árabe na cidade velha. É um lugar que você não precisa se preocupar em procurar por ele, pois quando menos espera ele brilhará à sua frente, ocupa grande parte do bairro muçulmano e da via dolorosa, muitas lojas de artesanatos israelenses e made in china estão entre as estações da cruz, há também lanchonetes de comidas locais, frutarias, peixarias, especiarias, doces e etc.
Mar Morto
Ao meio dia, retornamos ao hostel, pois era dia do nosso tour no Mar Morto, organizado pela agência do próprio hostel, éramos um grupo de 10 pessoas e de vários países.
Saímos de Jerusalém vestidas com nossos casacos pois estava muito frio, por volta de 5 graus, as meninas estavam bastante animadas, levaram biquínis, toalhas e também a grande esperança de encontrar um solzinho por lá, pois era grande a vontade de flutuar nas águas salgadas do Mar Morto.
Foi uma viagem tranquila de mais ou menos 1 hora, o tempo todo descendo por uma estrada no meio do deserto, o mar morto está localizado no ponto mais baixo do planeta, 400 metros abaixo do nível do mar.
Deus é realmente maravilhoso, para a alegria das meninas e felicidade geral de todo o grupo ao chegarmos alí, estava um clima bastante favorável, quase 20 graus.
Nesta praia, havia toda uma infraestrutura para receber os turistas, como vestiário, duchas, lanchonete e lojinhas com os cremes do Mar Morto e logicamente a famosa lama negra. As meninas não perderam tempo, vestiram seus biquínis e eu me transformei em um cabide ambulante, levando de tudo, bolsas, botas, casacos e ainda por cima era fotógrafa, nem sei como conseguia, (rsrsrs).
Eu como já havia experimentado das águas flutuantes, desta vez fiquei ali apenas como cabideira e fotógrafa (rsrsrs).
As meninas amaram a experiência de não se afundar nas águas, se lambuzaram com a lama negra. A Dani não só passou a lama negra no corpo, mas também em seus longos cabelos, ficou como dreads e por ter gostado do visual continuou com os cabelos assim, com algum resíduo da lama negra até quase a nossa volta para o Brasil, rsrsrs. O nosso guia, ótimo anfitrião, levou um chá quente e nos serviu com deliciosas castanhas e nozes. No final da tarde retornamos para Jerusalém trocando literalmente os biquines pelos casacos, encontramos o mesmo frio que havíamos deixado na ida.
A noite saimos para comer alguma coisa e dar uma volta pela cidade.































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