Diário de Bordo 16 - Jerusalém - Monte das Oliveiras, Jardim do Túmulo, Monte do templo, Muro das Lamentações, Mercado Árabe e Belém - Igreja da Natividade. - 16, 17 e 18/setembro/2011
Jerusalém
Avistamos Jerusalém ao som do hino “Jerusalém Cidade Santa”, cantada pela portuguesa Joana Simões, onde diz que Jerusalém é a morada do Senhor, a cidade escolhida por Deus, para que ali fosse edificado o seu templo. Oh, grande e poderoso Deus, tu és mesmo digno de ser louvado, de ser engrandecido, porque ninguém nos ama como o Senhor, que as nossas mãos se levantem sempre em direção ao céu, para te engrandecer, te louvar e te honrar, Grande e Poderoso de Israel!
Nesse momento o nosso guia dizia para que não perdêssemos nenhum momento sequer, mas que aproveitássemos ao máximo todos os momentos e que ao chegarmos em nossos quartos do hotel que pudéssemos olhar pela janela esta admirável cidade branca e que orássemos pela paz de Jerusalém.
Monte das Oliveiras – 17/09
Na manhã seguinte, nosso primeiro passeio foi no Monte das Oliveiras, de onde temos uma vista magnífica de toda a cidade amuralhada e seus arredores.
Descemos caminhando até o Jardim do Getsemani, localizado aos pés deste monte, no vale de Cedron onde estão plantadas as 8 oliveiras milenares. Diante deste Jardim está a Igreja de Todas as Nações ou Igreja da Agonia, local onde Jesus estivera várias vezes e onde orou junto com seus discípulos na noite anterior à crucificação.
Lucas 22:39-44
“E, saindo, foi como de costume para o Monte das Oliveiras; e também os seus discípulos o seguiram.
E quando chegou àquele lugar, disse-lhes: Orai, para que não entreis em tentação.
E apartou-se deles cerca de um tiro de pedra; e, pondo-se de joelhos, orava,
Dizendo: Pai, se queres, passa de mim este cálice; todavia não se faça a minha vontade, mas a tua.
E apareceu-lhe um anjo do céu, que o fortalecia.
E, posto em agonia, orava mais intensamente. E o seu suor tornou-se como grandes gotas de sangue, que corriam até ao chão”.
De acordo com a tradição da igreja ortodoxa o Getsemani também é o local onde a Virgem Maria foi sepultada e de onde ela ascendeu aos céus, depois da dormição no Monte Sião.
Seguimos nossa caminhada para a cidade antiga onde entramos pela Porta dos Leões, passando pelo mercado árabe e saindo pela Porta de Damasco. Durante este percurso o nosso guia nos orientou que andássemos em fila indiana, e que não nos dispersássemos, pois não seria o momento para compras e ali a D. Alzira se perdeu do grupo.
Jardim do Túmulo - The Garden Tomb
O Jardim do Túmulo para mim é um dos lugares mais especiais em Jerusalém, um lugar tranquilizante. Ouvimos a ministração do Pastor Marcílio e tomamos a Santa Ceia.
O nosso guia foi em busca da D.Alzira enquanto todo o grupo seguiu para Belém.
Avistamos Jerusalém ao som do hino “Jerusalém Cidade Santa”, cantada pela portuguesa Joana Simões, onde diz que Jerusalém é a morada do Senhor, a cidade escolhida por Deus, para que ali fosse edificado o seu templo. Oh, grande e poderoso Deus, tu és mesmo digno de ser louvado, de ser engrandecido, porque ninguém nos ama como o Senhor, que as nossas mãos se levantem sempre em direção ao céu, para te engrandecer, te louvar e te honrar, Grande e Poderoso de Israel!
Nesse momento o nosso guia dizia para que não perdêssemos nenhum momento sequer, mas que aproveitássemos ao máximo todos os momentos e que ao chegarmos em nossos quartos do hotel que pudéssemos olhar pela janela esta admirável cidade branca e que orássemos pela paz de Jerusalém.
Monte das Oliveiras – 17/09
Na manhã seguinte, nosso primeiro passeio foi no Monte das Oliveiras, de onde temos uma vista magnífica de toda a cidade amuralhada e seus arredores.
Descemos caminhando até o Jardim do Getsemani, localizado aos pés deste monte, no vale de Cedron onde estão plantadas as 8 oliveiras milenares. Diante deste Jardim está a Igreja de Todas as Nações ou Igreja da Agonia, local onde Jesus estivera várias vezes e onde orou junto com seus discípulos na noite anterior à crucificação.
Lucas 22:39-44
“E, saindo, foi como de costume para o Monte das Oliveiras; e também os seus discípulos o seguiram.
E quando chegou àquele lugar, disse-lhes: Orai, para que não entreis em tentação.
E apartou-se deles cerca de um tiro de pedra; e, pondo-se de joelhos, orava,
Dizendo: Pai, se queres, passa de mim este cálice; todavia não se faça a minha vontade, mas a tua.
E apareceu-lhe um anjo do céu, que o fortalecia.
E, posto em agonia, orava mais intensamente. E o seu suor tornou-se como grandes gotas de sangue, que corriam até ao chão”.
De acordo com a tradição da igreja ortodoxa o Getsemani também é o local onde a Virgem Maria foi sepultada e de onde ela ascendeu aos céus, depois da dormição no Monte Sião.
Seguimos nossa caminhada para a cidade antiga onde entramos pela Porta dos Leões, passando pelo mercado árabe e saindo pela Porta de Damasco. Durante este percurso o nosso guia nos orientou que andássemos em fila indiana, e que não nos dispersássemos, pois não seria o momento para compras e ali a D. Alzira se perdeu do grupo.
Jardim do Túmulo - The Garden Tomb
O Jardim do Túmulo para mim é um dos lugares mais especiais em Jerusalém, um lugar tranquilizante. Ouvimos a ministração do Pastor Marcílio e tomamos a Santa Ceia.
O nosso guia foi em busca da D.Alzira enquanto todo o grupo seguiu para Belém.
Belém
Belém é como se fosse um bairro de Jerusalém, mais ou menos 30 minutos e já estávamos lá, passamos por um checkpoint, por ser uma cidade administrada por autoridades palestinas.
Logo na entrada da cidade paramos em um restaurante para almoço, e aguardamos anciosamente alguma notícia da D.Alzira, até que o nosso guia recebeu um telefonema dizendo que ela havia sido encontrada, esperta que era entrou em uma lojinha e falou com um vendedor por meio de gestos, explicou que havia se perdido, e como estava com o cartão do guia, importantíssimo, não andar pelas ruas sem o passaporte e sem o cartão de onde está hospedado, pediu a ele que ligasse e então tudo ficou resolvido, todos aplaudimos e nos alegramos e logo após o almoço seguimos nosso passeio.
O objetivo de nossa visita a Belém era conhecer a Basílica da Natividade, construída sobre o lugar onde Jesus nasceu. Dentro da igreja havia muitos peregrinos em uma grande fila para descer as escadas que dão acesso à gruta.
Basílica da Natividade - Belém
A Basílica da Natividade em Belém, é uma das igrejas mais antigas do mundo, foi inaugurada em 333 d.C., mas esta igreja não é a construção original, a construção original foi destruída e posteriormente reconstruída no mesmo lugar por volta do ano 500 d.C.
Hoje é administrada por três religiões cristãs, a Armênia, a Ortodoxa grega e pelos franciscanos, há espaço para todos, me admirou ver lá dentro alguns franciscanos muito idosos assentados no altar, como se estivessem guardando o lugar. É interessante a pequena porta para a entrada, de apenas 1,25 m de altura, temos que nos abaixar para passar por ela, tão pequena propositalmente, para que na época das cruzadas não entrassem cavaleiros montados a fim de destruírem a igreja.
Algumas pessoas do nosso grupo decidiram esperar do lado de fora, outras como eu aguardavam pacientemente na fila para ver o local do nascimento de Jesus. Depois de um lento andar da fila, descemos à gruta, todos querem ver, tocar e derramar suas lágrimas de emoção, onde uma estrela de prata marca no piso o lugar que Jesus nasceu. No teto sobre a gruta há 15 lâmpadas penduradas, 6 pertencentes a igreja grega, 5 à igreja armênia e 4 à igreja católica.
Que grande emoção!
Quando chegamos ao hotel lá estava D. Alzira, disse ter passado uma tarde belíssima, e que precisava mesmo descansar rsrsrs.
Monte do templo
Nosso guia nos orientou que ali não fizéssemos orações públicas, e nem levássemos bíblias, pois isso seria considerado pelos muçulmanos como uma afronta, iríamos estar diante de suas mesquitas, é um lugar lindíssimo, escolhido por Deus entre tantos outros lugares para que Salomão construísse o templo.
Lugar para orar, deixar os pedidos de orações, momento também emocionante, onde todas as pessoas ali estão entronizadas com o nosso Grande e Poderoso Deus de Israel.
Mercado Árabe - Cidade Velha
Mercado Árabe - Cidade Velha
E finalmente fomos ao lugar tão esperado pela mulherada (rsrsrs) para o Shuk – Mercado árabe, “às compras”, alegria geral.
No final do dia voltamos ao nosso hotel, organizamos nossas malas, era o nosso último dia em Israel, sairíamos para o aeroporto Ben Gurion por volta da meia noite.
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