Diário de Bordo 38 - Dia 24/01/2016 - Domingo - Mar Morto




Domingo acordamos as 9hs, que preguicinha gostosa de levantar, por isso decidimos ficar na cama por mais tempo, o dia estava muito fechado e as águas corriam pelas ruas de Jerusalém, diferentemente da viagem de 2014, nesta mesma época, não havia chuvas, apenas frio.  Nosso passeio ao Mar Morto estava programado para as 13:30hs. Era meio impossível sair às ruas, por isso ficamos na cama, que gostoso!  Não era apenas chuva, ventava e fazia um frio daqueles! Comemos tudo o que tinha na geladeira do quarto (rsrs).
Às 13 horas vestimos nossos casacos com capuz, calçamos nossas botas, como se estívessemos indo pra guerra (rsrs) e saimos em direção ao Abraham Hostel debaixo de uma verdadeira torrente de águas. Gastamos 10 minutos pra chegar até lá, nos reunimos a um grupo de 12 pessoas  esperançosos como nós, em desfrutar de uma prainha de verão no Mar Morto, rsrs, impossível, apenas vontade. Fizemos o percurso em uma hora e todos ali estavam indo ao Mar Morto pela primeira vez, dispostos a entrarem na água, mesmo que estivesse fazendo 5 graus rsrs. O que faz com a gente uma água flutuante, rsrs!  O clima da região do Mar Morto é sempre mais quente que Jerusalém, fomos a mesma praia na viagem anterior e não tivemos a mesma sorte, dessa vez ao chegarmos alí, o sol muito timidamente tentou sair, mas definitivamente não deu. Amém, amém e amém!
De qualquer forma fomos privilegiados Deus lá do alto pensou, não vou decepcioná-los preciso fazer algo para alegrar os meus peregrinos e então ordenou que se apresentasse no céu um Arco-Iris que jamais havia visto algum tão lindo como aquele, bem no meio do mar, foi uma visão fenomenal. Maravilhoso presente. Obrigada Senhor! Tu és perfeito!Tu és tremendo!




Em Apocalipse 4:11 diz 



"Tu, Senhor e Deus nosso, és digno de receber a glória, a honra e o poder, porque criaste todas as coisas, e por tua vontade elas existem e foram criadas". 

E Salmos 92: 4 e 5 diz: 

"Tu me alegras, Senhor, com os teus feitos; as obras das tuas mãos levam-me a cantar de alegria. 
Como são grandes as tuas obras, Senhor, como são profundos os teus propósitos!"

O Vitor, coitado, quase congelou ao entrar na água, mas dizia que era injusto voltar ao Brasil e não experimentar das salgadas águas flutuantes. Pelo menos provar, provou (rsrsrs). 
Logo depois todo o grupo se assentou ao redor de uma mesa, para um delicioso chá de hortelã fresquinho e bem quente com saborosas castanhas e nozes. As 17hs já estávamos voltando pra Jerusalém, onde fomos diretamente para uma pizzaria, pois estávamos famintos. Já era noite e sem chance de ir a qualquer lugar, a chuva continuava caindo. Mas amém, Senhor! Assim como aquela chuva caia sobre Jerusalém, o teu santo espírito caía sobre nós, nos encharcando de alegria e gratidão!

































































































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